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Solenidade de Entrega do Juca Pato |
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No próximo dia 20 de agosto (quarta-feira), às 19 horas, no Salão Nobre da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Largo de São Francisco nº 95, realizar-se-á a solenidade de entrega do troféu Juca Pato ao escritor Antonio Candido de Mello e Souza, eleito Intelectual do Ano de 2007, em concurso promovido pela União Brasileira de Escritores. Após a cerimônia será servido coquetel na Sala São Leopoldo.
R.S.V.P. - UBE - Tels: (11) 3231-4447 e 3231-3669 E-mail: secretaria@ube.org.br Realização: União Brasileira de Escritores Apoio: Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Direito da USP |
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Vida longa à União Brasileira de Escritores! |
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União Brasileira de Escritores – 50 anos (por Caio Porfírio Carneiro)
A União Brasileira de Escritores nasceu da fusão da Associação Brasileira de Escritores – seção de São Paulo – e da Sociedade Paulista de Escritores, no dia 17 de Janeiro de 1958. A primeira, sucessora da Sociedade de Escritores Brasileiros – SEB, primeira entidade de escritores do País, criada em São Paulo , em 1942, por Sérgio Milliet e Mário de Andrade, e a Sociedade Paulista de Escritores, uma dissidência da própria Associação, surgida, também em São Paulo , em 1950.
Foi uma época tumultuada politicamente e, ao mesmo tempo,muito fértil no campo literário, com publicações constantes de livros e surgimento de escritores novos. E é bem significativo que em 1942, durante o Estado Novo e sob pressão da II Grande Guerra, um grupo de escritores decididos, tendo à frente os dois acima citados, Sérgio Milliet e Mário de Andrade, fundassem a Sociedade de Escritores Brasileiros, inspirada em princípios libertários, como voz claramente discordante da política ditatorial da época.
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Emoção e confraternização na UBE |
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No dia 5 de maio, às 19h00, no Club Athletico Paulistano, em São Paulo, ocorreu a solenidade de posse da Diretoria da UBE eleita para o biênio 2008/2010.
Momentos emocionantes marcaram os festejos da noite que incluíram as comemorações dos 50 anos de fundação da UBE e por isso mesmo prestou-se mais que justa homenagem a Boris Schnaiderman, associado representativo do melhor espírito que tem animado a entidade em suas bodas de ouro: ensaísta, tradutor, grande intérprete e divulgador da literatura russa no Brasil, arauto de valores humanísticos, fundador de cursos e percursos ao palmilhar os caminhos da compreensão de culturas geograficamente tão distantes, introduzir os estudos de língua e literatura russa na Universidade de São Paulo.
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Agradecimento de Boris Schnaiderman à homenagem na Festa da UBE |
 
Caros amigos!
É com profunda emoção que eu recebo esta homenagem da União Brasileira de Escritores. E recebendo-a, quero rememorar algumas passagens de minha trajetória. Tendo chegado ao Brasil aos oito anos foi a partir dos quatorze e quinze que eu me empenhei na luta por um domínio maior de nosso português do Brasil, luta essa em que me empenho até hoje. Estou com noventa e um anos e tenho certeza: enquanto tiver energia, isto é, enquanto puder juntar a com b e o com p, hei de empenhar todas as minhas forças para fazê-lo do melhor modo possível.
Na realidade, este meu empenho pessoal recebeu desde o início um empurrão de estímulo. Devo-o certamente às minhas professoras de português na época. Acho que até hoje não se fez justiça ao papel decisivo das professoras do primário e do secundário no apoio aos nossos jovens. Na época da minha infância e adolescência, o magistério era uma das poucas profissões disponíveis para a mulher, e elas se empenhavam nele com afinco. Tenho certeza de que o estímulo então recebido por mim, as indicações de leitura e as trocas de idéias tiveram papel decisivo em minha decisão de me dedicar à escrita. Sem dúvida, o caminho em que estou até hoje tem muito a ver com aquelas tardes na biblioteca do Colégio Mackenzie quando eu faltava às aulas de álgebra ou química, para me debruçar sobre um livro de Machado ou Eça. É com redobrado carinho, pois, que lembro hoje as minhas protetoras e cúmplices neste caminho que percorro até hoje.
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Ruth Guimarães eleita para a Academia Paulista de Letras |
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RUTH GUIMARÃES E A MÁQUINA OLYMPIA Joaquim Maria Botelho Com os originais datilografados de uma extensa pesquisa sobre o demônio na literatura oral, uma moça de 24 anos bateu à porta de uma das residências mais conhecidas de São Paulo: a Lopes Chaves, 546. Atendeu-a, com a serenidade de sempre, o dono da casa. Seguiram-se outras visitas, outros debates, que resultaram na publicação do livro "Filhos do Medo". Mário de Andrade foi, de certa maneira, preceptor de Ruth Guimarães, no mister da pesquisa folclórica. Não deve ter sido tarefa difícil para o autor de Macunaíma, porque a jovem escritora já estava com um romance pronto, "Água Funda", que seria aplaudido pela crítica, em 1946 - leia-se Antonio Candido, Nelson Werneck Sodré, Fernando Góes. "Água Funda" foi lançado num evento conjunto, em São Paulo, ao lado dos amigos Guimarães Rosa e Lygia Fagundes Telles. Desde aquelas tardes na Rua Lopes Chaves, Ruth Guimarães segue martelando a mesma velha máquina Olympia, comprada a prestação. Publicou outros 47 livros, entre contos, pesquisas folclóricas, filologia e traduções do latim, do italiano e do francês. Escreveu crônicas para o jornal Folha de S. Paulo durante vários anos, alternando espaço com Carlos Heitor Cony e Cecília Meirelles. Como jornalista militante, fez reportagens para a extinta Revista do Globo e também para a Revista Quatro Rodas. Entrevistou personagens como Érico Veríssimo, lá mesmo, em Porto Alegre, no varandão gaúcho. Foi autora da primeira crítica publicada a respeito de um jovem e iniciante poeta, chamado Paulo Bomfim, hoje decano da Academia Paulista de Letras.
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Concurso de Monografias - Graciliano Ramos |
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Em seguimento às iniciativas exitosas dos Concursos de Monografias sobre as obras dos escritores Machado de Assis e Lima Barreto, realizados em 2006 e 2007, respectivamente, e no quadro da instituição do Prêmio Itamaraty para a Literatura Brasileira, desde o ano passado, no intuito de contribuir para a maior divulgação, no exterior, da língua, literatura e cultura brasileiras, a obra de Graciliano Ramos foi escolhida como objeto do referido certame em 2008. Poderão participar do Concurso Internacional de Monografias sobre a Obra de Graciliano Ramos em 2008, [regulamento em "Concursos e Prêmios"], tanto brasileiros como estrangeiros residentes no exterior, de nível universitário ou não, cuja área de atuação esteja relacionada com o estudo, o ensino da língua portuguesa e/ou da cultura e literatura brasileiras na jurisdição do Consulado-Geral de Zurique ou de outros postos.
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NOTA FÚNEBRE - JOSÉ ALCIDES PINTO |
por Ruy Câmara
Prezados amigos da ABL e UBE: É com profunda tristeza que comunico aos amigos, leitores e admiradores que o nosso poeta, contista, romancista e irmão de letras, JOSÉ ALCIDES PINTO, foi vítima de um grave acidente de trânsito no centro de Fortaleza e faleceu nesta última terça-feira [03/06], às 12h50, no Hospital São Mateus. Diante desse quadro triste, eu e o poeta José Teles estamos empenhados na convocação dos amigos para que possamos prestar uma homenagem digna, fraterna e humana ao pai de duas gerações de poetas e escritores do Ceará, o nosso JOSÉ ALCIDES PINTO, a quem dedico um punhado de palavras de despedida:
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Por João Meireles Câmara - na cerimônia de posse da nova Diretoria da UBE em 12 de março de 2008
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Falar pensando e pensar falando
Este é um momento de recordações. E as recordações embalam nossos sonhos, despertam-nos para lições e coisas que marcaram nossas vidas. Do que me vem `a lembrança, agora, muitos dos que aqui se encontram ainda não tinham nascido. Findava a década de cinqüenta. O Centro de Oratória Rui Barbosa, estava sendo despedido da Câmara Brasileira do Livro, ali na Avenida Ipiranga 1278, se não me engano. E por que estava sendo despedido? Porque ali reunia-se uma geração de moços que teve a infância e a adolescência talhadas pela ditadura. Era a geração do pós-guerra trinta e nove a quarenta e cinco, a Segunda Grande Guerra Mundial. Ali, na Casa de Rui, na tribuna de Rui, na escola de Rui, a inteligência alinhavava com os fios da moral e da ética, a estrutura de uma mocidade que embora nascida e criada sob o guante da ditadura, jamais curvou -se servil e mansa às imposições dos tiranos. Eles temem as pessoas que pensam falando e falam pensando. Sim, os tiranos de todos os matizes, não só temem como também odeiam as pessoas que pensam.
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Cinquenta anos de Oratória, dez de Mutirão e dez no Parque |
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Mutirão Cultural,uma presença indispensável - Uma meditação sobre nossas atividades e metas. Cinqüenta anos de oratória, dez de mutirão e dez no Parque
Carlos Frydman
I
Indubitavelmente, as palavras levaram o homem à condição de HOMO SAPIEM (expressão usada por Henri Bérgson para indicar o homem como o único animal inteligente em face dos demais – Dicionário Prático da Língua Portuguesa). A palavra ou o verbo, como queiram, segundo a Gênese (primeiro livro de Moisés: A terra, porém, era sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o espírito de Deus pairava por sobre águas. Disse Deus: “Haja Luz; e houve luz”). Para os estudiosos do Judaísmo e outras religiões, este é o fator pelo qual se atribui à palavra um poder criador.
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Conheça melhor os ganhadores do II Prêmio de Literatura UBE/Scortecci - 2007 |
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GLÁUCIA LEMOS – “Bichos de conchas” – romance. Gláucia Lemos é nome literário de Gláucia Maria de Lemos Leal. Com mais de 30 títulos publicados, destacando-se os dedicados à literatura infanto-juvenil, tem alcançado distinções em concursos literários, notadamente na categoria romance. Nascida em Salvador, onde vive, graduou-se em Direito, concluiu pós-graduação em Crítica da Arte na UFBa. Estudou música e artes plásticas. Lecionou História da Arte e Estética na Escola de Belas Artes de Maceió. Tendo se dedicado ao jornalismo, escrevendo resenhas, críticas e ensaios de arte, sempre encontrou na Literatura sua mais autêntica forma de expressão. Bichos de Conchas é o seu quarto prêmio de romance.
LISA CARVALHO VASCONCELOS - “Figurações da leitura: Um estudo sobre o papel do narratário em Grande Sertão:Veredas” – estudo acadêmico.
Lisa Carvalho Vasconcellos nasceu em 1979 na cidade de Belo Horizonte. Desde cedo se interessou pela literatura e travou conhecimento com a obra de Guimarães Rosa na faculdade, durante o curso de Letras na Universidade Federal de Minas Gerais. Mais tarde, deu início ao Mestrado, nessa mesma instituição, tendo por tema Grande sertão: veredas, principal livro do autor mineiro. Em 2006, mudou-se para São Paulo, onde ainda desenvolve seu Doutorado na área de Teoria Literária da USP.
IVAN CAMARGO – “O Cativeiro”, peça teatral.
Ivan Camargo é jornalista, pós-graduado em comunicação social. De 1992 a 1994, editou o pasquim “Stopim”, ao lado do publicitário Fábio Antunes dos Santos (Binho). Em 1995, assumiu a direção de “O Progresso”, onde trabalha como editor. Com especialização em história da arte, escreveu diversos curtas-metragens, um longa, quatro peças de teatro e o romance “Onde Moram os Tatus”, livro que recebeu três distinções no ano de 2007: menção honrosa no 2o Prêmio de Literatura UBE/Scortecci; terceiro lugar no concurso nacional de literatura Prêmio “Josué Montello”, realizado pela UBE-RJ; e, por fim, venceu o PAC (Programa de Ação Cultural), promovido pela Secretaria de Estado da Cultura, de São Paulo, que viabilizou sua edição.
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O negócio da cultura
Sérgio de Carvalho e Marco Antonio Rodrigues |
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A idéia da Lei Rouanet parece boa, mas contém um movimento nefasto: verbas públicas passam a ser regidas pela vontade privada O DEBATE sobre a extinção da Lei Rouanet tem mobilizado setores importantes da sociedade brasileira. Parte da classe artística, secretários de governo e jornalistas têm assumido o ponto de vista "reformar, sim, acabar, nunca!". De fato, a Lei Rouanet tem se mostrado uma força miraculosa em seus 17 anos de vida. Basta dizer que mudou a paisagem da avenida Paulista, em São Paulo, ao fazer surgir uma dezena de centros culturais. Curiosamente, instituições com nomes de bancos, que elogiam o espírito abnegado da instituição financeira. Seu nascimento está ligado à caneta do presidente Collor de Mello, em 1991. Tinha, então, um nobre objetivo pré-iluminista: incentivar o mecenato. Só que a aristocracia do passado contratava diversão com recursos do próprio bolso. Já a Lei Rouanet está mais afinada com a cartilha liberal-conservadora de sua época: "O Estado deve intervir o mínimo, a sociedade deve se autogerir, mas, para isso, é preciso uma ajudazinha".
Publicado em: Folha de S.Paulo - 'Caderno de Debates' São Paulo, quarta-feira, 16 de abril de 2008
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Movimento Assinado-tradutores |
A União Brasileira de Escritores apóia o posicionamento dos tradutores, pois defende o respeito à propriedade intelectual. O movimento assinado-tradutores solicita vivamente o apoio da UBE ao nosso protesto contra as apropriações indébitas de traduções consagradas que vêm sendo praticadas pela editora nova cultural. Como um dos presidentes da associação que antecedeu a UBE foi Galeão Coutinho, cremos que os senhores se sentirão ainda mais revoltados perante a fraude cometida com sua consagrada tradução de Werther, de Goethe. Transcrevo abaixo um pleito e uma exposição de fatos, com o encarecido pedido de que visitem nosso blog, http://assinado-tradutores.blogspot.com lá os srs. terão oportunidade de ver o cotejo feito entre a tradução de galeão coutinho e a cópia da mesma atribuída a um espúrio alberto maximiliano, sob a égide da editora nova cultural. "Escrevemos para lhes expor um problema e solicitar seu apoio. Talvez os senhores tenham tomado conhecimento pela imprensa de um certo início de movimentação entre tradutores contra a apropriação indébita de traduções clássicas, feitas por intelectuais já falecidos, de grandes obras da literatura universal. Sucintamente, trata-se do seguinte: Um levantamento inicial mostra que mais ou menos 30 obras da grande literatura universal, que haviam sido publicadas na coleção da Abril Cultural, foram reeditadas pela editora Nova Cultural com a substituição dos nomes dos tradutores originais, aparecendo em lugar deles ou nomes de fantasia ou nomes verdadeiros. Essa quantidade de obras corresponde a mais de 60% dos títulos da coleção Obras-Primas da editora Nova Cultural, e destarte parece indicar que não se trata de casos isolados, e sim de uma prática deliberada e sistemática adotada pela referida editora.
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Joaquim Montezuma de Carvalho |
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"O escritor português, Joaquim Montezuma de Carvalho, faleceu no dia 06 de março em Lisboa. Autor de vasta obra no campo ensaístico, tendo se dedicado notadamente ao estudo das culturas portuguesa e hispânica, Joaquim Montezuma de Carvalho obteve, dentre outras distinções, a Medalha José Vasconcelos (México) e o título de Cavaleiro da Ordem de S. Eugênio de Trebizonde (Espanha).". |
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Campanha de Doação de Livros - Feira do Livro em São Francisco de Paula |
O escritor Luiz Antônio Alves, Patrono da XII Feira do Livro de São Francisco de Paula, RS, está divulgando um dos objetivos da Feira que é angariar livros. Como é de conhecimento geral, existe um grande déficit de bibliotecas e livros nas cidadezinhas do interior do País. Pede-se aos autores-escritores-pesquisadores para doarem livros para a Biblioteca Pública Elyseu Paglioli. Rua Gaspar Martins, 220 - 95400-000, São Francisco de Paula (RS). |
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