[ O D N A de Emanuel ]

O D N A de Emanuel

Por Rilvan Batista de Santana

O cientista britânico Ian Wilmut que criou a ovelha Dolly, anunciou para o mundo que tinha solicitado ao Reino Unido, autorização para clonar também embriões humanos, justificando que a clonagem de embriões, traria enormes benefícios para humanidade: “Isto criará novas oportunidades para começar entender doenças. Começar a testar novos fármacos e a pesquisar doenças”. “Acho que todos estaríamos de acordo de que os humanos merecem respeito em qualquer etapa de sua vida. Mas para mim e para as pessoas que estariam nesta pesquisa, já que nos primeiros períodos o embrião não tenha características humanas, seria imoral não aproveitar esta oportunidade de estudar doenças”. Acrescentou Wilmut. Enquanto o mundo se regozijava com a descoberta do súdito de sua majestade, a rainha Elizabeth II, do Reino Unido da Grã Bretanha e Irlanda do Norte, a família do cientista Dr. Henry Graviolla desenvolvia técnicas para o uso de células-tronco em animais com finalidade terapêutica e reprodução há mais de 15 anos, no Instituto Gêmeo – Jardim América São Paulo-Brasil. Embora Dr. Henry Graviolla seja conhecido no mundo acadêmico pelas suas contribuições à Genética, à farmacologia, suas produções científicas, ele, mulher e filhas, esconderam do Brasil e do mundo, suas técnicas de manipulação genética e reprodução assistida, preocupados com a legislação tupiniquim, a censura da Igreja Católica, a discussão ética que iria suscitar nos meios intelectuais, na mídia escrita, falada e, principalmente, nos meios pseudocientíficos. Enfim, o Instituto Gêmeo foi o primeiro no Brasil e na América do Sul, que produziu, às escondidas, a técnica de identificação do DNA para comprovação biológica dos pais.

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