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Autor Domingos Ailton

Anésia Cauaçu

Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE            As cenas do romance Anésia Cauaçu  são iniciadas com a tocaia montada por José e Marcelino Cauaçu e o jagunço Macaúbas  para assassinar Zezinho dos Laços, que ocorreu na vida real há exatamente cem anos, dia 26 de outubro de 1911, na Fazenda Rochedo, região da Volta dos Meiras, que hoje é denominada Catingal e pertence ao município de Manoel Vitorino.

            Outro fato importante é o centenário da carta patente de Capitão Silvino,  um dos personagens do romance.  O documento foi assinado pelo então  presidente da República Hermes da Fonseca, em 11 de janeiro de 1911,  concedendo a patente de  Capitão  Ajudante da 132 Cavalaria da Guarda Nacional da Comarca de Areia a Silvino de Araújo, também conhecido por Silvino do Curral Novo, um canoeiro que se tornou uma forte liderança política   de Jequié na República Velha  e na Revolução de 1930.

Este  romance nasceu de um desafio feito  pelo amigo e confrade da Academia da Letras de Jequié, o  historiador   Émerson Pinto de Araújo, que, em seu livro Capítulos da História de Jequié,   afirmou que Anésia Cauaçu necessitava ser relembrada e  reapreciada e que isso era um desafio para os estudiosos e ficcionistas da  atual e futuras gerações.   Anésia tem uma dimensão tão grande que não cabe apenas nos estudos sociológicos. Por isso, resolvi escrever este romance, baseado em fatos reais, mas que tem muito do imaginário individual e coletivo. A ficção tem este poder de representar o imaginário” conta Domingos Ailton.

               
Anésia Cauaçu

320 páginas

R$ 40,00

 

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