
Autor Domingos Ailton
Outro fato importante é o centenário da carta patente de Capitão Silvino, um dos personagens do romance. O documento foi assinado pelo então presidente da República Hermes da Fonseca, em 11 de janeiro de 1911, concedendo a patente de Capitão Ajudante da 132 Cavalaria da Guarda Nacional da Comarca de Areia a Silvino de Araújo, também conhecido por Silvino do Curral Novo, um canoeiro que se tornou uma forte liderança política de Jequié na República Velha e na Revolução de 1930.
“Este romance nasceu de um desafio feito pelo amigo e confrade da Academia da Letras de Jequié, o historiador Émerson Pinto de Araújo, que, em seu livro Capítulos da História de Jequié, afirmou que Anésia Cauaçu necessitava ser relembrada e reapreciada e que isso era um desafio para os estudiosos e ficcionistas da atual e futuras gerações. Anésia tem uma dimensão tão grande que não cabe apenas nos estudos sociológicos. Por isso, resolvi escrever este romance, baseado em fatos reais, mas que tem muito do imaginário individual e coletivo. A ficção tem este poder de representar o imaginário” conta Domingos Ailton.
Anésia Cauaçu
320 páginas
R$ 40,00
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