[ Lançamento do livro “O Menino e o Vento”, de Antonio Luceni ]

04.12.2017

A UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES E O AUTOR

Convidam para o lançamento do livro

 

O MENINO E O VENTO

Local: Sede da UBE/SP – Rua Rego Freitas, 454 – 6º andar – República – São Paulo – SP / Brasil.

Data: 19 de dezembro de 2017 (terça-feira), às 19h00.

Entrada Franca

* Obra vencedora do I Prêmio Nelly Novaes Coelho de Literatura Infantil 2015, promovido pela UBE/SP com o apoio da Associação Cultural LETRASELVAGEM.

O AUTOR

 Antonio Luceni é cearense de nascimento (Mombaça-CE, 3/3/1977), paulista de criação e cidadão do mundo por vocação. Adora escrever e desenhar; por esse motivo fez faculdades de Letras, Artes Visuais e Arquitetura e Urbanismo. Atua nessas três áreas, tanto ensinando jovens e adultos, quanto produzindo como escritor, artista visual e arquiteto, dedicando-se principalmente à Educação, na área de Artes, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP).

A OBRA

 “O menino e o vento” é capaz de interessar, divertir, emocionar o pequeno leitor. A história da amizade entre o menino e o vento, escrita em prosa poética e com a delicadeza de quem sabe manejar bem as palavras, se impõe como texto importante. Chega para provar, mais uma vez, que os prêmios literários são fundamentais ao criarem possibilidade de se expandir o cenário restrito aos interesses das grandes editoras. Abrem, com vocação de garimpeiros de talentos, oportunidades. Sem eles, talvez, perdêssemos este contato tão profícuo com a excelência, com a novidade.

Vento-nada, vento-poeira, vento-cheiro, vento-canção, vento-tato, vento-passagem. Todos os ventos habitam a fantasia do menino pobre. Companheiros em um universo seco em tudo, principalmente em afetos, eles brincam. Na solidão daquele agreste onde a poeira em forma de miséria ocupa todos os espaços, entranhando nas coisas e na alma do protagonista, a criança segue o seu caminho desprovido de opções. Um conto belo e triste. Não tão próprio para o leitor mirim, diriam alguns. Discordo.  Conhecer a verdade pode ser didático e libertador. Ou devemos esconder a realidade de nossos filhos? (Trecho do prefácio escrito por Ricardo Ramos Filho, presidente do júri)