Prêmio Vladimir Herzog abre inscrições para a sua 43ª edição

Jornalistas, artistas do traço e repórteres fotográficos de todo o Brasil têm até o próximo dia 30 de junho de 2021 para inscrever suas produções e concorrer ao 43º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. Considerado entre as mais significativas distinções jornalísticas do país, o Prêmio Vladimir Herzog tem abrangência nacional e reconhece, ano a ano, trabalhos que valorizam a Democracia e os Direitos Humanos. 
Para concorrer, os candidatos devem acessar o site do Prêmio, preencher a ficha cadastral e anexar sua obra publicada ou veiculada no período compreendido entre 1º de agosto de 2020 e 30 de junho de 2021, inclusive. 
A novidade desta edição é a reativação da categoria Livro-reportagem, para a qual serão aceitas inscrições de obras editadas entre 1º de janeiro de 2019 a 31 de dezembro de 2020.     

Comissão institui a Contribuição Solidária 

Nessas quatro décadas, o Prêmio Vladimir Herzog sempre contou com o apoio de empresas privadas e públicas para custear a sua produção. Porém, o contexto político e econômico atual inviabilizou a captação de qualquer recurso financeiro para a edição deste ano. 
Para marcar o compromisso da sociedade com essa premiação histórica, a Comissão Organizadora instituiu, neste ano de 2021, uma contribuição solidária de R$50,00 (cinquenta reais) por trabalho inscrito na 43ª edição. Essa colaboração vai ajudar os organizadores a honrar os compromissos assumidos com parceiros e fornecedores envolvidos na construção de mais esta jornada. 
Na impossibilidade de contribuir, basta solicitar a isenção da taxa no campo específico da plataforma de inscrição e o pedido será automaticamente deferido. 

Categorias de inscrição:  

 Produção jornalística em texto = Reportagens em texto publicadas em veículos impressos ou eletrônicos (no caso de série, limitada à inscrição de uma reportagem) 
 Produção jornalística em áudio = Reportagens ou documentários em áudio (no caso de série, limitada à inscrição de uma reportagem ou episódio) 
 Produção jornalística em vídeo = Reportagens ou documentários em vídeo (no caso de série, limitada à inscrição de um episódio) 
 Produção jornalística em multimídia = Reportagens multimídia publicadas na internet (no caso de série, limitada à inscrição de uma produção) 
 Fotografia = Foto ou série fotográfica publicada em veículos impressos ou eletrônicos (no caso de série, limitada a até 6 imagens)
 Arte = Ilustrações, charges, cartuns, caricaturas e quadrinhos publicados em veículos impressos ou eletrônicos (no caso de série, limitada à inscrição de uma obra ou peça) 
 Livro-reportagem = obras editadas e lançadas nos dois últimos anos - 2019 e 2020 (limitada à inscrição de uma única obra por autor ou autora) 

O Prêmio Vladimir Herzog é promovido e organizado por uma comissão constituída pelas seguintes instituições: Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ; Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo; Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo; Associação Brasileira de Imprensa – ABI; Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – ABRAJI; Periferia em Movimento; Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP; Instituto Vladimir Herzog; Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB Nacional, Ordem dos Advogados do Brasil  - Secção São Paulo; Conectas Direitos Humanos; Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo e  Sociedade Brasileira dos Estudos Interdisciplinares da Comunicação – Intercom. 

A edição 2021 conta com a parceria e apoio da UBE – União Brasileira de Escritores, Jornal da USP e OBORÉ.  

SAIBA MAIS 

43º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos
 Regulamento e Inscrições: www.premiovladimirherzog.org 
 Período: 1 a 30 de junho de 2021
 Sessão pública de julgamento e divulgação dos vencedores: 16 de outubro, sábado, em ambiente virtual e transmissão ao vivo 
 Roda de Conversa com os Ganhadores: 24 de outubro, domingo, em ambiente virtual.
 Solenidade de premiação: 25 de outubro, segunda-feira, em ambiente virtual.  

Para mais informações: www.premiovladimirherzog.org 

Instituto Ruth Guimarães

Com a criação do Instituto, Ruth Guimarães vive, está entre nós, com sua obra literária. Sua trajetória de pesquisadora da cultura popular e do folclore, associada a uma intensa produção erudita no campo da tradução e da crítica literária, a colocam no cenário dos grandes intelectuais brasileiros. 
 
O Instituto tem a vocação de ser um centro cultural, um espaço de palestras, oficinas, apresentações culturais, para parcerias com os artistas locais e regionais.
 
Ruth Guimarães, primeira escritora negra a ganhar dimensão nacional com o lançamento de seu romance de estreia, “Água Funda”, em 1946, é considerada a precursora do realismo mágico, no movimento regionalista. Lançado originalmente pela Editora da Livraria Globo, Água Funda é um romance que retrata o universo rural e caipira do Vale do Paraíba paulista e mineiro, nas vertentes da serra da Mantiqueira, sucesso de público e crítica. No primeiro lançamento do romance, estiveram presentes personalidades como Amadeu de Queiroz, Guimarães Rosa e Lygia Fagundes Telles.

Um dos primeiros críticos a lhe dar atenção foi Antonio Cândido, seu amigo pela vida toda e autor do prefácio da reedição lançada pela Editora Nova Fronteira em 2004 e também da reedição de 2019 pela Editora 34. 

Ruth Guimarães foi fundadora da ABDE, associação de escritores da qual se originou a UBE, da qual foi também fundadora. 

Acesso ao endereço: AQUI
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