A VIDA É DOCE - A HISTÓRIA DE IMIGRANTES ITALIANOS EM BUSCA DA FELICIDADE NO BRASIL DO SÉCULO XX / Eldes Saullo

Mauro veio da Itália para fugir dos estragos da Primeira Grande Guerra. Em Passa Quatro, uma bucólica cidade mineira, ele
encontra Dulce, uma das filhas de uma numerosa família, que tenta se restabelecer após a crise econômica de 1929. No entanto, o romance proibido entre um imigrante e uma brasileira terá que enfrentar muitas provações. Descubra todos os sabores da vida neste romance, que mistura fatos reais, história do Brasil e ficção. E como, mesmo diante de grandes desafios e amarguras, a vida pode ser doce, com um sabor sem igual.
Eldes Saullo é Escritor e Filósofo. Após uma década ensinando e escrevendo sobre escrita e marketing literário, este é seu primeiro romance, no qual imprime uma aura cinematográfica. Através de um estilo único, traz o brilho da ficção para uma história verídica sobre família e legado. Eldes escreve desde a infância e fez um trabalho intenso de reconstrução histórica para tecer uma narrativa que combina fatos, emoções e romance. Pai de quatro filhos, vive em uma charmosa cidadezinha no Sul de Minas, onde dedica-se à escrita e à edição de livros.

1612: OS PAPAGAIOS AMARELOS NA ILHA DO MARANHÃO E A FUNDAÇÃO DE SÃO LUÍS / Ana Luiza Almeida Ferro

Estudo sobre o Brasil Colônia, focando a Era dos Descobrimentos, as primeiras tentativas portuguesas de colonização do Brasil, as investidas dos franceses pelo Novo Mundo, o estabelecimento da França Equinocial, a fundação da cidade de São Luís pelos franceses Daniel de la Touche e François de Razilly em 1612, a Batalha de Guaxenduba e a queda da França Equinocial. A obra recebeu o Prêmio Literário Nacional PEN Clube do Brasil 2015 (Ensaio) e a Menção Honrosa no Prêmio Pedro Calmon 2014 (IHGB).
Ana Luiza Almeida Ferro é Promotora de Justiça, professora, escritora premiada, historiadora, poeta e conferencista internacional. Doutora e Mestra em Ciências Penais (UFMG). Pós-Doutora em Derechos Humanos (Universidad de Salamanca). Membro de Honra da Sociedade Brasileira de Psicologia Jurídica, membro da European Society of International Law, do PEN Clube do Brasil, da Academia Brasileira de Direito e da Academia Maranhense de Letras. Autora de numerosos artigos e livros, mormente de Direito Penal, História e poesias.




TIRANDO O ATRASO / Fernando Aruta

 Em "Tirando o atraso" estão reunidas as obras “Confrontos e Carícias”, “Fatos Interiores”, “A Poesia dos 20 Negros Anos” e “Ab Origine”, além de poemas soltos. A primeira capta sensações e emoções que afloram das paixões. A segunda é um ensaio psicológico que desvenda o ser humano em diversos aspectos de seu cotidiano e de sua intimidade. A terceira é um lembrete pretensamente permanente de que liberdade é um dos mais importantes valores do indivíduo e da coletividade em que está inserido. A quarta recupera etapas da criação do mundo, as eras e a evolução do homem. Ainda há poemas soltos ao final, cada qual com seu impacto e sua contundência.

OS BICHOS SÃO GENTE BOA / Renato Muniz

O livro mostra lances diversos na vida da garotada em seu relacionamento com a escola, os amigos, a família, o meio ambiente e o mundo que os cerca. O fio condutor é a presença de animais da fauna do Cerrado brasileiro, mas os personagens principais são os meninos e as meninas, com suas dúvidas, suas certezas, a convivência com os outros e seu desejo de construção de um mundo melhor. A partir do cotidiano dos adolescentes, a imaginação corre solta e expõe situações de conflito, de encontros e desencontros em que a busca pelo entendimento e pelo amadurecimento é a maior realização, nem sempre alcançada.

MULHER UMEDECIDA / Maria Mortatti

Os poemas de Mulher umedecida evocam estados íntimos do eu-poético, como vivência em processo, na busca de simultaneidade entre o momento do vivido e o momento de seu registro como experiência (poética). Caracterizam uma sequência assemelhada à de páginas de um diário íntimo, em que se vai tecendo a narrativa de uma longa e tortuosa jornada, por meio da expressão dos estados da alma ritmados pelos sentimentos da mulher na relação com seu amado, a quem dedica os poemas. Ao mesmo tempo, vai se revelando a tessitura da relação amorosa, do ponto de vista da mulher umedecida, em monólogo dialógico-replicante com o homem, no movimento em vórtice que é também o de uma jornada de autoconhecimento, provocada pelo encontro e o vínculo com o Outro. Como uma peça poético-musical resultante do entrecruzamento de referências a composições literárias e musicais, entre começos, fins e recomeços, do começo ao fim ou do fim ao começo, o livro representa uma declaração do amor sem começo nem fim ofertada pela mulher ao homem que a umedeceu. 

ALGUM ESCREVER POÉTICO / Marcelo Allgayer Canto

Em Algum escrever poético, o autor busca uma poesia que explore os mais variados sentimentos humanos como paz, amor, alegria, tristeza; a espontaneidade dos textos é notória, com uma rítmica, na maioria das vezes, de versos livres. Além disso, a poesia dita de protesto é enfocada com ímpeto, por exemplo, em “O amanhecer da globalização”, em que o poeta faz um alerta ao nosso planeta. Por outro lado, temas existenciais que enfatizam a condição humana e suas nuances são explorados na obra.

Marcelo Allgayer Canto nasceu em Porto Alegre (1963). Em 1982, frequentou a Faculdade de Medicina da UCS. Mas, no segundo ano de estudo, resolveu abandonar o curso. Logo depois, estudou música (bateria) durante 3 anos em aulas particulares com um renomado músico da OSPA (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre). 

BEIJAR NA BOCA NÃO PODE / Renato Muniz B. Carvalho

Estradas, livros digitais, solidão e sexualidade estão presentes no livro “Beijar na boca não pode”. O título desse intrigante romance fornece uma amostra desses temas, com estimulantes elementos de literatura policial.
Nessa história, um gestor de RH de uma editora paulistana tem de se deslocar ao Nordeste, mais precisamente a Aracaju, para resolver assuntos relacionados ao assassinato de um funcionário da empresa. As circunstâncias da morte são misteriosas, o que o leva a refazer os passos do colega em sua trajetória por cidades de Minas e do Nordeste. Inicialmente machista e homofóbico, o gestor de RH busca respostas que envolvem questões de comportamento, como discriminação e violência. O ponto central de suas indagações são as relações que o colega manteve com uma travesti, também assassinada.
Tenso e ágil, o romance prende a atenção do leitor do começo ao fim.

NINGUÉM / Luiz Carlos Freitas

"Ninguém", 500º título da editora, comemora 20 anos da Ibis Libris
‘Ninguém’, órfão, negro, pobre e sensitivo, triturado pouco a pouco pelos afiados dentes do Rio de Janeiro, para quem enxerga pouco, metáfora sobre a loucura, a sabedoria e a imbecilidade individual e coletiva, para quem vê além das aparências. Esses são os principais argumentos visíveis no livro "Ninguém", o novo romance do escritor gaúcho Luiz Carlos Freitas, reconhecido pelas obras assentadas na crítica social e na discussão das mazelas contemporâneas, notadamente na decadência da civilização ocidental. O lançamento do décimo livro do romancista, contista, cronista e colunista político está previsto para 24 de setembro, na Livraria Mundial, em Pelotas, publicado pela editora carioca Ibis Libris.
‘Ninguém’ chega ao mundo em complicado e urgente parto entre as estantes de livros da Biblioteca Nacional, sob o testemunho pasmo e reflexivo de grandes mestres da literatura.

O TRIBUNAL DE NUREMBERG: PRECEDENTES, CARACTERÍSTICAS E LEGADO / Ana Luiza Almeida Ferro

Estudo sobre o chamado Tribunal de Nuremberg, que julgou os grandes criminosos de guerra nazistas, focando os seus precedentes, as características de seu Estatuto e julgamento, a jurisdição e o caráter internacional do Tribunal, os principais aspectos de seu procedimento e os princípios de Direito Internacional reconhecidos pelo Estatuto e pelo julgamento do Tribunal, com destaque para questões como a do princípio da legalidade em matéria penal internacional e a da obediência hierárquica.
Ana Luiza Almeida Ferro é Promotora de Justiça, professora, escritora premiada, historiadora, poeta e conferencista internacional. Doutora e Mestra em Ciências Penais (UFMG). Pós-Doutora em Derechos Humanos (Universidad de Salamanca). Membro de Honra da Sociedade Brasileira de Psicologia Jurídica, membro da European Society of International Law, do PEN Clube do Brasil, da Academia Brasileira de Direito e da Academia Maranhense de Letras. Autora de numerosos artigos e livros, mormente de Direito Penal, História e poesias.

ANTOLOGIA POÉTICA - 40 ANOS DE POESIA / Fernando Dezena

ANTOLOGIA poética feita pelo autor comemorativa de 40 anos de poesia. Neste trabalho o autor compila o que acredita ser mais representativo em seus livros, em ordem cronológica de produção.

Fernando Dezena:
Nasceu a 10 de novembro de 1960 na cidade de Águas da Prata, SP, é filho de Luiz Tôrres da Silva e Luiza Dezena da Silva. Casado com Luciane Campopiano da Silva, também de Águas da Prata, há 23 anos, têm os filhos Lucas e Letícia. Trabalha no mercado financeiro desde fevereiro de 1981, exercendo sua atividade atualmente na cidade de São Paulo, onde reside no Bairro da Mooca. A sua formação acadêmica é Bacharel em Direito pela UNIFEOB, colando grau no ano de 1981 e MBA em Administração de Empresas com ênfase em Banking pela FGV- Rio e MBA em Gestão de RH pela UNIP campus Santos.

QUANDO A SAUDADE É O TEMPERO / Renato Muniz B. Carvalho

“Quando a saudade é o tempero” é um livro de histórias curtas unidas por uma mesma temática. São crônicas que abordam, à maneira de memórias de infância, os sabores da roça, a culinária do interior, as cores, o clima e alguns hábitos presentes nas fazendas dos chapadões, dos vastos campos e das furnas do Triângulo Mineiro.

EIS-ME / Fernando Dezena

Primeiro livro em prosa do poeta FERNANDO DEZENA, sem temática única, como proposta para uma leitura prazerosa. A maioria dos contos são breves para também facilitar a leitura, sem no entanto perder a qualidade. O trabalho que dá título ao livro foi um desafio do Desembargador José Pedro, amigo da família, para dar personalidade a um cadáver que avistou dentro da represa do Taquaral em Campinas. Também “O Ponto”, tema desafio feito pelo irmão Luiz José, ganhador de vários prêmios literários. Poderia fazer referência a outros belos contos que compõem o trabalho, mas é certo que o leitor saberá fazê-lo a sua maneira.

Fernando Dezena:
Nasceu a 10 de novembro de 1960 na cidade de Águas da Prata, SP, é filho de Luiz Tôrres da Silva e Luiza Dezena da Silva. Casado com Luciane Campopiano da Silva, também de Águas da Prata, há 23 anos, têm os filhos Lucas e Letícia. 

ENSINO DE MÚSICA PARA CEGOS SEM BRAILE: DESAFIO OU LOUCURA? / Paulo Mauá

A experiência do autor, com o Mestrado em Comunicação Acessível no Instituto Politécnico de Leiria, Portugal, e como coordenador e regente da Orquestra Música Transformando Vidas com pessoas com deficiência visual, parcial ou total, está descrita neste livro em fácil leitura para educadores, estudantes, músicos e pessoas interessadas em inclusão musical. A prática desde 2009 à frente do Promuvi ilustra os resultados da educação musical como ferramenta de transformação e resgate da cidadania.

Paulo Mauá é escritor, músico, engenheiro e educador. Casado, pai de duas meninas, mora em Santos, SP. Autor dos livros infantojuvenis O CIRCO PANAPANÁ e A ORQUESTRA PANAPANÁ e do livro acadêmico ENSINO DE MÚSICA PARA CEGOS SEM BRAILE: DESAFIO OU LOUCURA, coordena o projeto Música Transformando Vidas – PROMUVI para pessoas com deficiência visual desde 2009.

AVÔ, O QUE SÃO OS AÇORES?: UM STORYTELLING TEATRAL EM DOIS ATOS / Rafael Duarte Oliveira Venancio

Avô, o que são os Açores? não é apenas uma peça de teatro.Em novembro de 2019, fiquei sabendo de um concurso na Espanha para roteiros inéditos de teatro para jovens. Tinha algumas ideias na cabeça e resolvi arriscar.No entanto, eu parei e me questionei: "O que o jovem de hoje precisa ouvir?". Depois de alguma reflexão, a resposta que encontrei foi: "O jovem precisa ouvir como amadurecer e ver como os mais 'antigos' nos ajudam nisso". Nisso surgiu este texto, uma estória minha, do meu avô, Manoel Oliveira, e sobre a minha atividade de storyteller. Terminei este texto por volta do dia 15 de dezembro de 2019. Até mesmo tive ajuda do meu avô, por telefone. Pedi que ele me recontasse uma das estórias/histórias aqui postas sobre os Açores. Dez dias depois, meu avô teve um AVC severo. Ficou em coma e, no dia 5 de janeiro de 2020, faleceu.Vi que este roteiro não ganhou o prêmio lá na Espanha e resolvi publicá-lo. Aliás, escrevo estas palavras no dia seguinte ao falecimento de meu avô.

A ORQUESTRA PANAPANÁ / Paulo Mauá

A Orquestra Panapaná conta a história de Beatriz, uma menina de nove anos, que resolve descobrir o motivo do desaparecimento de algo muito importante da casa dos avós. Ao lado de Lelo, o cachorro, depara com uma orquestra tradicional, a Panapaná, mas com músicos diferentes e um certo maestro surdo de origem alemã. Será que ela a descoberta de como funciona uma orquestra irá solucionar o mistério do sumiço musical? E por onde andará Pingo, o gato, nessa história toda?

Paulo Mauá é escritor, músico, engenheiro e educador. Casado, pai de duas meninas, mora em Santos, SP. Autor dos livros infantojuvenis O CIRCO PANAPANÁ, A ORQUESTRA PANAPANÁ e DICIONÁRIO DE COLETIVOS DO TIO MENELAU e do livro acadêmico ENSINO DE MÚSICA PARA CEGOS SEM BRAILE: DESAFIO OU LOUCURA, coordena o projeto Música Transformando Vidas – PROMUVI para pessoas com deficiência visual desde 2009.

AS FILHAS DE EVA / Cássia Janeiro

É notável que, preso por um fio invisível, o leitor é capaz de imaginar todo o cenário onde as histórias ocorrem, além de poder visualizar as personagens e, a parte mais difícil, criar empatia pelo que essas pessoas vivenciaram de uma forma que a literatura oferece com maestria.
Bruna Meneguetti, especial para o caderno Aliás, do jornal O Estado de S. Paulo.

As mulheres deste livro de Cássia Janeiro são absolutamente necessárias e essenciais, tanto como exemplos de resistência, como das mudanças urgentes que queremos para este mundo. A criação não poderia ser diferente de sua criadora, uma escritora formidável, uma mãe exemplar, uma amiga rara e, acima de tudo, uma mulher que nos inspira todos os dias.
Franthiesco Ballerini, jornalista cultural e escritor.

O CIRCO PANAPANÁ / Paulo Mauá

O Circo Panapaná do autor Paulo Mauá conta a história da menina Beatriz que ao ganhar do Tio Menelau um presente inusitado (um dicionário de coletivos) passa a ler e descobrir as palavras viajando (ou seria sonhando?) pelo bosque até um circo onde os animais estão na plateia. Belíssimas ilustrações de Roberta Laas.

Paulo Mauá é escritor, músico, engenheiro e educador. Casado, pai de duas meninas, mora em Santos, SP. Autor dos livros infantojuvenis O CIRCO PANAPANÁ, A ORQUESTRA PANAPANÁ e DICIONÁRIO DE COLETIVOS DO TIO MENELAU e do livro acadêmico ENSINO DE MÚSICA PARA CEGOS SEM BRAILE: DESAFIO OU LOUCURA, coordena o projeto Música Transformando Vidas – PROMUVI para pessoas com deficiência visual desde 2009.

MEMÓRIAS DE UM MUNDO SEM VOLTA / Eduardo Antoniassi Oliveira

Um dramaturgo possuía suas criações provenientes de um amor platônico por uma mulher idealizada. Sendo ela sua principal fonte de inspiração, tenta dar-lhe vida criando personagens para os palcos. A melancolia, o esvair do criativo e o caos financeiro levam-no a uma frustrada tentativa de suicídio. Na luta pela vida, o delírio de sua febre apresenta-lhe a imagem de uma mulher. Seria ela real ou uma ilusão?

Eduardo Antoniassi Oliveira natural da cidade de Presidente Prudente, interior de São Paulo.
É formado em psicologia pela Unifadra- Faculdades de Dracena. Desde sua infância tem um encanto e apreço pelas possibilidades da linguagem poética. Suas principais inspirações estão nas poesias e nos poemas românticos, em especial os da segunda geração romântica do Brasil.

ÍRIS NEGRA / Adriana da Costa Teles

Três personagens conectados com seu tempo e com a busca de um lugar - físico e afetivo - , com o experimentar de suas fronteiras pessoais e geográficas, entre quereres e possibilidades, manifestos no encontro com o outro, na grande babel, Nova Iorque. A consciência da transitoriedade e do fluir da vida expressos pela força da narrativa que nos enreda neste descobrir-se dos personagens e de figuras históricas, ofertando-nos uma visita a uma galeria, in loco, bem como propondo um percurso virtual, à escolha do leitor, com itinerários internos e externos, biográficos e artísticos. A arte de duas artistas plásticas do século XX, Tarsila do Amaral e Georgia O´Keeffe, baliza e inspira diálogos e descobertas das personagens - e dos leitores - a partir do imbricamento das narrativas das personagens femininas que se cruzam e compõem uma relação triangular entre Cíntia, Constanza e Raul. Este romance é um convite ao cotidiano intenso de seres em viagem, no ritmo dos contextos e das relações do contemporâneo, marcado pela sobreposição da narrativa e do viver.

ARCO-JESUS-ÍRIS / JackMichel

Na colorida época do Flower Power Satanás decide visitar o arco-íris psicodélico de Jesus Cristo e, lá chegando, o louro e jovem Jesus hippie, vestindo calça boca-de-sino e jaqueta jeans, conta a ele como faz para fazer o bem vencer o mal e o leva a conhecer os 7 círculos de seu arco-íris, que são 7 círculos de cores diferentes: no Círculo Violeta ele encontra Sharon Tate e Charles Manson, bem como as demais pessoas envolvidas no caso Tate... no Círculo Anil ele encontra Mao Tsé-Tung e os chineses massacrados durante a Revolução Cultural... no Círculo Azul ele encontra Heinrich Himmler e os prisioneiros mortos nos campos de concentração nazistas... no Círculo Verde ele encontra a Talidomida e algumas crianças deformadas pela pílula... no Círculo Amarelo ele encontra Jim Morrison e as entidades indígenas que o levaram a morte... no Círculo Alaranjado ele encontra Oscar Wilde e os responsáveis por sua tragédia particular... no Círculo Vermelho ele encontra Thomas Blanton e as vítimas do atentado de uma igreja batista em 15 de setembro de1963. Após constatar que o mal realmente não existe naquele paraíso, Satã vai e conta ao mundo que é tempo de Paz e Amor.

QUEM MUITO SENTE, SENTE MUITO / Safira Ferreira

Quem Muito Sente, Sente Muito é uma obra sensível, logo, terá de ter sensibilidade para decifrá-la.

Possui diversos assunto e temas, que definem alguma parte específica da autora. É possível notar que aqui há arte, cultura geek, o olhar dentro de si, missões, situações melancólicas, episódios de vida e amor.

Esta obra pode te levar a enxergar o que está ao redor de maneira sensível, notando cada pequeno ato, acontecimento, e o valor que carrega desde muitas, até poucas palavras.

Caiçara que faz o mar de berço. Escritora, empreendedora, estudante de Jornalismo.

EU SOU YANKA / Eliaquim Batista

Eu sou Yanka narra a aventura de uma menina que nunca saiu de casa. Ou melhor, saiu quando muito pequena, mas não se lembra de muita coisa, só de pequenos detalhes mas que não fazem diferença. Ela não sai de sua casa, pois sua mãe, a amável professora Débora, foi assassinada por engano e seu pai, o matemático Leonel, acha o mundo um lugar muito perigoso para ela e seu irmão Lyno. Ele se casou com outra professora, Márcia, e o casal educa os irmãos em casa de uma forma bem diferente da convencional. Agora, prestes a completar 18 anos, Yanka quer pedir ao pai um presente nada convencional para si e que pode mudar todo o seu destino. Uma aventura que busca simplesmente a liberdade, mas que pode ensinar cada um de nós a sair do nosso lugar comum e irmos atrás dos nossos ideais.

Eliaquim Batista nasceu em 1992, é paulistano e apaixonado por sua cidade. Decidiu cursar Letras por amar um bom livro desde a infância, por ser muito incentivado pela mãe.

CRÔNICAS DO COTIDIANO E A ÉPOCA DA INOCÊNCIA / Marcelo Allgayer Canto

Para os amantes da crônica e dos contos, acaba de sair Crônicas do Cotidiano e a época da inocência, uma coletânea de textos curtos, porém, bem redigidos, por meio dos quais o autor imprime seu estilo simples, mas autêntico. Talvez esteja aí a inocência presente no título. Tomando assuntos distintos como a importância do trabalho, da amizade, globalização e reflexões sobre o tempo e o clássico questionamento sobre a existência do homem – de onde viemos, para onde vamos? – Allgayer presenteia o leitor com seus pontos de vista e lucubrações bem assertivas sobre cada tema. Valendo-se de textos curtos e concisos, para não enfadar o leitor, as crônicas retratam com mais profundidade a situação do jovem Erick, trazendo certo suspense ao leitor. Mas, ao final, o leitor é recompensado pelo alívio de saber que Erick, apesar do sofrimento vivido, caminhou para um final feliz, casando- se e constituindo família. Marcelo Allgayer Canto é poeta e escritor nascido em Porto Alegre em 1963. É licenciado em letras pela PUCRS e especialista em Arte e Educação pela UNIASSELVI.

DESENHOS A LÁPIS / Oleg Andréev Almeida

Desenhos a lápis de Oleg Almeida é uma espécie de diário lírico em que o autor relata, de forma simples e convincente, as impressões reais e, ao mesmo tempo, oníricas que lhe suscita a cidade de São Paulo, sua vida cotidiana, sua beleza e seus contrastes: uma estranha declaração de amor a Pauliceia que o marcou, para todo o sempre, com sua aparente frieza e seu calor subjacente...

Nascido na Bielorrússia em 1971 e radicado no Brasil desde 2005, Oleg Almeida é poeta, ensaísta e tradutor multilíngue, sócio da União Brasileira de Escritores (UBE/São Paulo) desde 2010. Autor dos livros de poesia Memórias dum hiperbóreo (2008; Prêmio Internacional Il Convivio de 2013), Quarta-feira de Cinzas e outros poemas (2011; Prêmio Literário Bunkyo de 2012), Antologia cosmopolita (2013), Desenhos a lápis (2018) e de numerosas traduções do russo (Dostoiévski, Tolstói, Púchkin) e do francês (Baudelaire). 

BREVIÁRIO AMOROSO DE SÓROR BEATRIZ / Maria Mortatti

Em "Breviário amoroso de Sóror Beatriz" estão reunidos poemas escritos entre 1976 e 1993, por uma mulher que renunciou à vida comum para se dedicar à vida monástica. Dispersos entre anotações da rotina religiosa registradas nas páginas de seus diários — localizados há alguns anos no convento em que ela viveu reclusa até a morte —, os poemas reunidos neste livro, ao mesmo tempo em que evocam o ritual silencioso de recitação da liturgia do ofício divino, possibilitam entrever os profanos mistérios gozosos, dolorosos e gloriosos da vida íntima da fiel esposa de Cristo, transitando entre a submissão e a transgressão, a devoção e a heresia. 

Maria Mortatti nasceu em 06/11/1954, na cidade de Araraquara/SP, onde estudou desde o curso primário até a graduação em Letras. Entre 1978 e 1991, atuou como professora de língua portuguesa e literatura na rede pública estadual de ensino e concluiu mestrado e doutorado em Educação na Universidade Estadual de Campinas.

DOS CHEIROS DE TUDO - MEMÓRIAS DO OLFATO / João Scortecci

João Scortecci é autor premiado. Nasceu em Fortaleza, Ceará em 1956. Mudou-se para São Paulo em 1972, onde reside até hoje. Autor de 23 livros e mais de 40 edições. Entre eles: A Morte e o Corpo, Água e Sal, Na Linha do Cerol, Quase Tudo, A Maçã que Guardo na Boca e Guia do Profissional do Livro (coautoria), já na 17 edição. 

Dos Cheiros de Tudo – Memórias do OlfatoÉ no dorso da nuca que encontramos os cheiros de tudo. No dorso fugidio da nuca - que se dobra - as vontades expostas do cheiro. Dos odores do olfato. Das propriedades e das essências no campo dos acolhidos. Das fragrâncias da pele. Das provocações e das alucinações dos arrepios da nuca entregues aos vícios do cheiro.

CONVERSA COMIGO / Ricardo Ramos Filho

Conversa comigo reúne 42 crônicas. Textos que não apenas dialogam com o leitor, mantendo o humor e um olhar para o cotidiano, mas também são ricos em literariedade, ou dito de outro modo, possuem uma percepção de que algo, na linguagem, extrapola a função referencial e nos remete a uma dimensão poética (ou simbólica). Em vários textos se delineia nitidamente uma mescla de história pessoal com o ficcional, ao mesmo tempo em que uma poesia inesperada espia através dos fatos da memória. Há nas crônicas de Ricardo Ramos Filho uma profusão de temas que nos deixam perplexos. A denúncia social, equilibrada ao momento lírico, provoca efeitos contundentes no leitor. Aparece “nua e crua” nossa problemática comum. A problemática de uma ‘democracia’ cínica que insiste em não reconhecer a verdadeira guerra urbana em que vivemos e que mata 62 mil pessoas por ano! Corrupção, desemprego e miséria são a tônica no país do carnaval que aprendeu a ser assim, a se aceitar assim, depois de 300 anos de escravidão. Finalmente, vale a pena ainda mencionar aqui a crônica “Leilão”, em que o autor narra a tentativa de resgatar um exemplar de “Vidas secas” autografado em 1938 pelo próprio Graciliano Ramos, avô do cronista deste livro.

CONTOS DE ELEVAÇÃO E DESAPONTAMENTO / Rogério Duarte

Em Contos de Elevação e Desapontamento, Rogério Duarte explora a interferência dos discursos do trabalho e do consumo na linguagem e nos afetos. Como o conjunto das experiências pessoais está rasurado pelo pragmatismo do mundo do mercado, os contos ganham, por vezes, uma feição assustadora, porque se inscreve neles o pragmatismo frio da produtividade, sem espaço para a dimensão emocional das personagens e dos narradores: são todos autômatos, orientados pelo relógio de ponto e pelas metas a cumprir. É dessa enfiada de desapontamentos individuais e coletivos que repontam os poucos espaços simbólicos de elevação – interstícios por meio dos quais, com alguma sorte, escapamos àquela lógica desumanizadora.

Rogério Duarte nasceu em 1976. Doutor em Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo, é professor de Língua Portuguesa, Literatura e Redação há vinte e cinco anos. Contos de Elevação e Desapontamento é sua segunda obra de ficção.
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